sábado, 10 de outubro de 2009

Audiência EUA Semana de 28 de setembro de 2009

Como vocês podem notar, existe uma série nova na tabela chamada NCIS: Los Angeles! Estreou no dia 22 de setembro e rapidamente subiu na audiência até ocupar o primeiro lugar do índice Nielsen desta semana. Trata-se de um formato derivado do popularíssimo (pelo menos nos EUA): NCIS, ou Naval Criminal Investigative Service.

O NCIS teve uma trajetória parecida com a de outras séries investigativas como CSI e Law and Order. Começou modesta em 2003 e rapidamente cresceu em audiência rendendo outras seis temporadas! Coisa de louco. E do mesmo modo que CSI (que rendeu as séries derivadas CSI Miami, New York), também teve a sua série derivada cujo nome serve apenas de título, já que as investigações dos policiais vividos por Chris O'Donnel e LL Cool J acontecem nas cidades mais pitorescas. A unidade NCIS investiga os crimes ocorridos durante a operação da Marinha dos EUA, daí o "naval" do nome.

A série NCIS: Los Angeles, assim como sua antecessora, provavelmente será exibida pelo canal AXN no Brasil.

Já em tevê aberta temos um problema. NCIS facilmente se enquadra naqueles tipos de séries que o brasileiro médio não aprecia. Entram nesta categoria todos os seriados investigativos que foram sucesso nos EUA e aqui amargaram em audiência, como CSI, Law and Order, House e companhia bela. Portanto, se eu trabalhasse na programação de uma emissora, dificilmente escolheria este título. Este é mais um daqueles mistérios que diferenciam o público americano do brasileiro e faz a gente se perguntar "what the heck?".


domingo, 4 de outubro de 2009

Audiência dos EUA Semana de 21 de setembro de 2009

Dancing with the Stars voltou à tabela! Tão logo estreou na ABC, o aclamadíssimo concurso de danças com celebridades já mostrou a que veio. Em suas primeiras edições, o "Dancing..." tem alcançado respeitáveis índices de audiência, mas a audiência média do programa vem caindo a cada ano.

Isso não se deve ao programa em si. Mas sim ao fato do telespectador médio americano estar se cansando de ver realities shows cada vez mais parecidos (com competição, 3 ou 4 jurados, votação do público e "o mais chocante resultado final que você já viu!"). Mesmo desgastados, os realities (os consagrados, como Survivor, So You Think You Can Dance, entre outros) ainda são o que há de melhor para se segurar a grade de uma emissora receosa em apostar em novos formatos. Os executivos de tevê sabem que os realities precisam ser reavaliados e um novo material precisa ser lançado, mas ninguém quer dar o primeiro passo.






terça-feira, 29 de setembro de 2009

Audiência EUA - Semana de 14 de setembro de 2009

Parece que os americanos responderam com uma boa audiência à forte campanha feita pela NBC para a estreia de Jay Leno no canal. O programa de talk show estreou forte (com a presença por exemplo de Jerry Seinfeld, no banco dos entrevistados) batendo 5.3 de audiência entre o segmento de público mais importante dos EUA para o mercado publicitário, o da faixa dos 18 aos 49 anos. Foram 18,4 milhões de telespectadores segundo o índice Nielsen.

Foi 39% mais expressivo que a estreia em junho do Tonight Show com Conan O'Brien (seu parceiro de talk shows na NBC), e 56% maior que a última exibição do Tonight Show apresentada por ele antes de mudar de horário e iniciar o seu Jay Leno Show. Houve rumores de que ele deixaria a NBC após o término de seu contrato, mas que na verdade não se confirmaram. Ele apenas mudou de horário seguindo com um novo programa para o horário nobre.

É muito cedo para cantar vitória. Segundo o próprio presidente da NBC, Jeff Zucker, o que conta não é a audiência do programa de estreia, mas sua performance ao final de 52 semanas. No entanto, uma estreia como esta não deixa de ser um bom começo para o intrépido Leno.

sábado, 19 de setembro de 2009

Audiência nos EUA: Semana de 7 de setembro

Enquanto festejávamos a Independência do Brasil, os gringos não desgrudaram os olhos de suas tevês nessa semana. Não, não foi por causa do America's Got Talent (desta vez ele ficou com um mero 5° lugar), mas sim por causa do NFL, ou National Football League (Liga Nacional de Futebol Americano).

A NFL existe desde 1922 e desde então organiza as partidas para os seus 32 times. A NFL é dividida em 2 uniões (chamadas de "conferências"): a AFC - American Football Conference e a NFC - National Football Conference. Cada uma delas possui 4 divisões ou rankings com 4 times em cada um deles. De modo parecido ao nosso Brasileirão, os times duelam entre si e perigam serem rebaixados ou subirem de ranking à medida que o campeonato prossegue. O campeonato começa no início de setembro, logo após o Labour Day (Dia do Trabalho) e estende-se até fins de Dezembro ou início de Janeiro com o popularíssimo Superbowl, no qual só os grandes times que sobraram tentam a vaga de campeão da temporada.

Do mesmo modo que aqui, os campeonatos de futebol também arrasam na audiência. São mais de 20 milhões de telespectadores (números dos EUA, sempre muito absurdos), algo apenas comparável a American Idol (FOX) e Dancing with the Stars (ABC)

sábado, 12 de setembro de 2009

Audiência EUA - Semana de 31 de agosto de 2009

Para sair um pouco da mesmisse que se tornou o pódio da audiência americana (com o America's Got Talent sempre ocupando o primeiro e o segundo lugar), está aí tambem a tabela Nielsen dos melhores programas em cabo, com destaque para os campeonatos esportivos que dominam este segmento.

sábado, 5 de setembro de 2009

Audiência EUA - Semana de 24 de Agosto de 2009

Será que o "The Big Bang Theory" é o novo "Two and Half Men"?? O programa é bom, criativo, e de longe é uma das mais divertidas séries cômicas de 30 minutos que surgiram nos EUA nos últimos anos. Acho ela mais engraçada que "Two and Half Men" porque apela menos, e é claro, ainda está fresca, com muitos territórios a serem explorados. "Two and Half Men" (aqui a série ficou com o título de 'Dois Homens e Meio') já está na ativa há pelo menos 7 temporadas e isso certamente cansa o telespectador.

Ainda não temos The Big Bang Theory em tevê aberta por aqui, mas a série pode ser conferida na Warner Channel (já está na terceira temporada, mas como toda série americana de 30 minutos, pode ser facilmente compreendida).

domingo, 23 de agosto de 2009

Audiência EUA - Semana de 10 de agosto


















Engraçado que mesmo após 11 temporadas, o programa Big Brother ainda aparece na lista dos mais assistidos do índice Nielsen. São 11 temporadas! Como se explica isso? Faz parte da natureza humana espiar, observar e fofocar, mas 11 temporadas não seria um pouco demais? O Big Brother está aí para provar que não é.

Assim como a natureza humana sempre torcerá pelo talento do humilde participante que ainda não foi engrandecido pela mídia, e encherá de audiência programas como American Idol e America's Got Talent, a natureza humana também nunca se cansará de espiar os bumbuns molhados de espuma e os tanquinhos dos alterofilistas à mostra nas casas de praia recheadas de câmeras. Essa é a natureza humana. Não podemos lutar contra ela.

Prelúdios Noturnos ainda sem publicação!

Alguém aí conhece Neil Gaiman, ou o universo de Sandman? Para os leitores de quadrinhos é quase o mesmo que perguntarmos se alguém aí conhece o Faustão ou o Gugu Liberato.
Neil Gaiman é o criador de Sandman (ou como é conhecido em outros países, do "Mestre dos Sonhos"), uma história de fantasia com inúmeras variações cujo cerne é formado por personagens que encarnam conceitos até então “incaracterízaveis” como a morte, os sonhos, etc...
Sandman já passou por várias publicações no Brasil. Veio primeiramente pela Editora Globo no final da década de 80 (época fértil para publicações no Brasil, pois tivemos também Watchmen), depois pela Metal Pesado ultimamente pela editora Conrad. Todas estas edições foram lançadas até o último episódio e deixaram milhares de jovens maravilhados com as idéias (até hoje) inovadoras do Sr. Gaiman.
Depois da publicação de uma edição recolorizada nos EUA, a Ediouro resolveu prestigiar os fãs antigos (e os jovens do século XXI que ainda não conheciam tal conceito) com a publicação do antológico e clássico “Prelúdios Noturnos” Vol. 1, através do selo Pixel.
Depois veio a crise. A Ediouro foi uma das que sentiram o baque e resolveu encerrar o contrato que tinha com a DC Comics, detentora dos direitos. Até aí é compreensível. Sabemos que tudo são negócios, e que se uma linha de publicação (ou um selo inteiro) não traz resultados, medidas drásticas devem ser tomadas pelo editor responsável.
Mas então temos o Panini Comics. Numa atitude louvável, a editora italiana resolveu republicar vários títulos da Pixel (entre eles “Y, o último homem” e “Vertigo 1”) fazendo-nos pressupor que apareceu um novo contrato com a DC Comics.
Resta-nos saber a razão da Panini não ter reativado a publicação de Prelúdios Noturnos. A mais importante das histórias de Neil Gaiman, ou aquela que até mesmo arrebanharia novos leitores e ajudaria na publicação dos demais títulos, foi deixada de lado.
Aí o leitor diria que “foi uma decisão editorial baseada em números apenas, afinal, isso é uma empresa”. E eu retruco, mas uma decisão editorial não pressupõe também uma decisão para arrebanhar mais fãs e convida-los a conhecer o instigante universo de Sandman?
A palavra está com a Panini Comics.

Por que Neil Patel é tão bom?

Quando este indiano criado nos EUA criou a conta "@whoisneilpatel" ninguém entendeu nada. Surgiu logo depois as fotos de modelos...