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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Salão do Livro Infantil e Juvenil em Minas Gerais


Crianças e jovens de todas as idades terão a oportunidade de vivenciar momentos prazerosos no mundo do livro e da leitura. Entre 1º e 11 de setembro, Belo Horizonte será palco para o SALÃO DO LIVRO INFANTIL E JUVENIL DE MINAS GERAIS, que objetiva promover, ainda mais, a democratização do acesso ao universo do livro, o encantamento literário e o desejo pela leitura. 

Com programação variada, que inclui mesas-redondas, oficinas, diálogos literários, polêmicas, espetáculos teatrais e atividades artísticas, memórias literárias, narrações de histórias, cinema e exposições, o evento vai reunir autores e artistas de vários cantos do país, entre eles Affonso Romano de Sant’Anna, Bartolomeu Campos de Queirós, Duílio Gomes, Ferreira Gullar, Flávia Savary, Lígia Cademartori, Luís Gifonni, Luís Fernando Veríssimo, Marina Colasanti, Miqueias Paz, Peter O’Sagae, Ronald Claver, Ruth Rocha, Sandra Bittencourt, Sandra Lane, Tino Freitas, Vera Maria Tietzmann da Silva e Ziraldo. O evento é realizado pela Câmara Mineira do Livro e pela AHPCE Gestão Cultural, e produzido pela Plataforma Produção Cultural.


SALÃO DO LIVRO INFANTIL E JUVENIL DE MINAS GERAIS

Dias úteis: das 9h às 21h
Feriado e finais de semana: 10h às 21h
Dia 11 de setembro: 10h às 20h

ENTRADA FRANCA
Local: Serraria Souza Pinto (em Belo Horizonte)

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Casa da Cultura de Paraty terá programação especial para a Flip

Liz Calder
PARATY, RJ (O REPÓRTER) – A Casa da Cultura, em Paraty, anunciou sua programação especial, que acontecerá durante a Festa Literária Internacional de Paraty. Entre os eventos estão peças de teatro, debates e lançamentos de livros.

Os autores que integrarão a programação da Flip-Casa são: Lourenço Mutarelli, Leandro Samartz, Carlos de Brito e Mello, João Paulo Cuenca, Luiz Ruffato, Tatiana Salem Levy e Sergio Vaz. Além deles, Frederico Barbosa, valter hugo mãe e Marcelo Ferroni, que são convidados da programação principal, também estarão presente.

A abertura da programação da Flip-Casa é nesta quinta-feira (07) com o Movimento por um Brasil literário. O evento é um debate sobre a importância da leitura e terá a participação da escritora Ana Maria Machado e de Bartolomeu Campos de Queirós, autor do “Manifesto por um Brasil Literário”.

Também nesta quinta acontecem dois paineis do Brasilian Publishers, que promoverão o segmento editorial brasileiro no mundo. O tema dos debates será “Escrito em português, lido no mundo” e contará com a presença de autores, tradutores, agentes literários, instituições governamentais, editores e acadêmicos de diversos países. A criadora da Flip, a inglesa Liz Calder, fará a abertura. Confira abaixo a programação completa da Casa da Cultura durante a Flip.


SERVIÇO
Casa da Cultura na Flip – De 7 a 10 de julho
Endereço: Rua Dona Geralda, 177 – Centro Histórico, Paraty – RJ
Eventos pagos: R$ 10
Eventos gratuitos: retirar ingresso com uma hora de antecedência.

PROGRAMAÇÃO
DIA 7, QUINTA-FEIRA
11h45min – Manifesto por um Brasil Literário.
17h - Roteiros. Roteiros. Roteiros. Roteiros – Recital Multimídia da obra de Oswald de Andrade.
19h e 20h30 – Escrito em português, lido no mundo. Entrada franca.

Abertura – Liz Calder.
19h – Painel 1 – Literatura em língua portuguesa: caminhos abertos.
20h30min – Painel 2 – Literatura em tradução no mundo: oportunidades e barreiras.
DIA 8, SEXTA-FEIRA
11h – Paraty e o valor dos patrimônios da humanidade.
18h – O Outro.
22h – Tarsila. Entrada Franca.
DIA 9, SÁBADO
11h – Bate-papo: Pessoas de Pessoa.
15h15min – Bate-papo: Máscaras e fantasmas.
18h – Solidão Continental.
19h30 – Literatura e liberdade. Entrada Franca.
DIA 10, DOMINGO
11h – Palavras das ruas.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

FLIP começa nesta quarta feira!

Com homenagem a Oswald de Andrade a Feira Internacional de Paraty começa nesta quarta feira e vai até o dia 10 de julho.

A abertura da Flip, na noite desta quarta, terá em sua conferência inaugural os autores Antonio Candido e José Miguel Wisnik. Candido é autor do livro 'Formação da Literatura Brasileira', de 1959, marco zero da crítica literária no Brasil. Wisnik, músico, compositor e ensaísta, dá aula de Literatura Brasileira na USP.

Após o debate que abre a Festa Literária, haverá muita canção, poesia e música com show de Elza Soares ao lado de José Miguel Wisnik e Celso Sim.


Programação
Durante os cinco dias de festival, a cidade de Paraty, no litoral do Rio de Janeiro, vai receber por volta de 30 autores renomados, que participam de 18 debates. O grande atrativo do evento, no entanto, é o contato direto que os visitantes e participantes das conversas têm com seus autores favoritos, seja pelas ruas da cidade colonial ou até pelos restaurantes e cafés espalhados pelo centro histórico de Paraty.

O músico e escritor David Byrne, ex-líder do Talking Heads, é um dos destaques da programação. Ele é autor do livro 'Diários de bicicleta' e na Flip vai falar sobre música, arquitetura, urbanismo e a bicicleta como meio de transporte. 

A Flip contará ainda  com a presença de nomes como os brasileiros João Ubaldo Ribeiro, Ignácio Loyola Brandão, Edney Silvestre, Teixeira Coelho, a bela argentina Pola Oloixarac, o português Valter Hugo Mãe e James Ellroy, mestre do gênero policial.


Flipinha e Flipzona
A Flip conta com versões voltadas pra crianças e adolescentes, a Flipinha e a Flipzona. Este ano a Flipinha apresenta ciranda de autores, leituras dramáticas, apresentações musicais de teatro e dança atraindo as crianças para a festa.

A Flipzona é um projeto mantido durante todo o ano pela prefeitura da cidade e durante o evento apresenta filmes, palestras e debates para jovens interessados em literatura. 

Neste ano, estão marcadas conversas com o cartunista Caco Galhardo, a atriz Leandra Leal, os autores Ignácio de Loyola Brandão e Edney Silvestre. Em todos os dias uma mostra de curtas-metragens feitos por moradores de Paraty.

Fonte: MTV

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Último fabricante de máquinas de escrever fecha as portas na Índia

Empresa indiana Godrej and Boyce encerrou as atividades em Mumbai. Equipamento virou fetiche de jovens atraídos pela nostalgia e romantismo.

A Godrej and Boyce, companhia que ainda produzia máquinas de escrever, interrompeu a produção da fábrica em Mumbai, na Índia, segundo informações do site Mashable nesta terça-feira (26).


O Mashable creditou a empresa como a última a fabricar máquinas de escrever no mundo --mas, posteriormente, o site Gawker afirmou que ainda existem manufatureiras que as produzem na China, no Japão e na Indonésia.

"Não estamos tendo muitos pedidos agora", disse o diretor geral da companhia, Milind Dukle, ao jornal indiano "Business Standard".

O protótipo da máquina de escrever surgiu em 1714. No entanto, a produção em escala industrial veio apenas em 1868, quando Christopher Latham Sholes, um gráfico de Milwaukee, Wisconsin, patenteou o dispositivo.

Seu pico de produção foi em 1950, quando Smith-Corona vendeu 12 milhões de unidades no último trimestre de 1953. Mas, graças à invasão do computador pessoal, apenas cerca de 400 mil máquinas de escrever foram vendidas por ano até 2009.

Embora a maior parte do mundo tenha abandonado o uso de máquinas de escrever, a Índia mostrou-se a um dos últimos bastiões de utilização da tecnologia até recentemente. Outro nicho de mercado para máquinas de escrever é mais fantástico: apesar da sua falta de funcionalidade, elas estão sendo fetichizadas, curiosamente, por jovens descolados que são atraídos pela nostalgia e imagem romântica ligado à tecnologia, agora ultrapassada.

 Fonte: G1

 

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Quando este indiano criado nos EUA criou a conta "@whoisneilpatel" ninguém entendeu nada. Surgiu logo depois as fotos de modelos...