Senta aí. Puxa uma cadeira. Tem café coado ali em cima. Uma hora a máquina de espresso chega. Enquanto isso, escuta essa...
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Enquanto isso, num bar próximo da gente.
"É esse aí o safado?"
"É, catamo ele correndo aí fora.", respondeu o outro.
O homem cheio de hematomas no rosto estava amarrado a um poste e cercado de gente.
"Me tirem daqui, por favor! Está havendo um engano..."
"Cala a boca que eu não falei com você, vacilão!", interrompeu com um tapa o líder recém chegado.
"Eu não sou ladrão! Sou professor!", insistiu o acorrentado.
"Professor de quê?"
"Inglês", respondeu assustado.
"Inglês o caraio que você é professor de inglês".
"Fala o verbo 'to be' aí.", emendou outro sujeito.
"I am, you are, he is, she is, it is, we are, you are, they are".
Silêncio.
"Tá certo isso, matraca?", quis saber o líder.
"Tá sim", respondeu Matraca, "é mais ou menos isso que eu aprendi". Pensou por um instante e depois emendou, "mas isso aí todo mundo sabe!".
"Tá querendo enganar a gente, fio da puta?", estapeia o rosto do acorrentado. "E o que é 'casa' em inglês?"
"Home"
"Casa é 'house', tio! É 'house'!", reclama o Matraca, exímio conhecedor da língua.
"Pode ser "house" também! Pode ser também!", balbucia chorando o acorrentado.
"Vamo queimar ele!", diz uma voz lá no fundo.
"Shhhiuu! Vamo ficar quieto!", ordena o líder. Ele se volta para o acorrentado novamente, "E carro? O que é carro?"
"Car."
"Car.", repete o líder como se estivesse aprendendo.
Matraca interrompe novamente.
"Carro é fácil! A oficina o alemão chama 'Fast Car'. Tá em todo lugar!"
"Porra! Vamo fazer o seguinte...". O líder tira do bolso um celular top de linha e liga o gravador de voz. "Você é professor de inglês, né?"
O acorrentado assente.
"Então cê vai traduzir tudo que eu falar aqui! Eu vou falando e você vai traduzindo, certo? Então fala aí... eu... fala aí em inglês!"
"I..."
"...nunca mais vou roubar..."
"Mas eu não roubei!"
"Traduz, porra!"
"...will never rob again.."
"...o bar do Seu Felipe..."
"...Mr. Felipe's bar..."
"...e eu mereço me fuder por causa disso!"
"... and I deserve to be fucked because of that."
O líder desligou o gravador e entregou o celular ao seu bom companheiro Matraca.
"Você vai lá no pofessor! Faz ele ouvir esse negócio aí!", instrui ele com cuidado, "Pergunta pro pofessor se tá certo o que falou! Daí você volta aqui e a gente vê o que faz!".
Matraca sai acompanhado por outros moradores. O líder volta-se para o acorrentado.
"Certo?", pergunta com um sorriso, "Você sabe rezar em inglês? Reza aí pra nóis ouvir!"
terça-feira, 16 de abril de 2013
Chego em casa feliz da vida, abro a porta, e abaixo-me para beijar o pequeno. Com o olhar preso na tevê, ele apenas se permite olhar de relance quem adentrou ao ambiente e perturbou (por alguns segundos) seu deleite imagístico. Havia um sorriso nos primeiros cumprimentos. Hoje nem isso. Na tevê está passando a tal Casa do Mickey Mouse. São 19 horas. Depois de pensar em meter o pé na tevê e mandar o Mickey pra PQP, eu resolvo lançar um "O que você tá assistindo?", ao que ele responde, "O Biq".
A "Casa do Mickey Mouse" é uma série de desenhos da Disney produzidos com qualidade de computação gráfica que começou a ser exibida no canal Disney em 2006. Dá para ver que a série tem o propósito de ensinar crianças em idade pré escolar a identificar formas, cores e ferramentas usuais do mundo dos adultos. Didatismo à parte, o que me espanta são duas coisas, a primeira é a devoção do meu filhote à estrutura das histórias que são apresentadas.
Basicamente cada episódio contém um problema a ser resolvido, uma busca ou viagem rumo à solução do problema e os tais "Mickey-objetos" que serão usados na resolução do problema. Os Mickey objetos entram em momentos chaves da história, ou seja, quando são realmente necessários à solução do problema, e, como uma brincadeira de encaixar, a criança relaciona o objeto àquela necessidade específica. Para obter os objetos nosso heroi clama pela ajuda de uma versão moderna de gênio da lâmpada chamada de "Tudo", um computador em forma de Mickey capaz de trazer os objetos à cena.
Explicar mais é bobagem. O pai ou mãe tem de assistir para entender. Eles acertaram em cheio. Quando o "Biq" não está passando na tevê, eu ou minha mulher às vezes recorremos ao Youtube a fim de deixar o pequeno quieto por alguns instantes e nós podermos realizar alguma tarefa. Agora eu cheguei na segunda coisa que me espanta sobre o desenho. Ao procurar o desenho no Youtube, percebi que ele está em todo o lugar. Está no mundo todo! A mesma abertura com musiquinha e crianças cantando pode ser ouvida em francês, russo, japonês e tantos outros idiomas que não consegui identificar. O vídeo ao lado, por exemplo, é da versão de Portugal. Então se quiser conhecer o Mickey lusitano, é só clicar no vídeo. A Disney não está para brincadeira! Pensei em colocar um episódio do desenho (ou uma simples dança do Mickey) na rede somente a fim de ver como se comportariam seus advogados de direitos autorais, mas fiquei com medo. A Disney pode brincar com você, mas é melhor você não brincar com ela.
A "Casa do Mickey Mouse" é uma série de desenhos da Disney produzidos com qualidade de computação gráfica que começou a ser exibida no canal Disney em 2006. Dá para ver que a série tem o propósito de ensinar crianças em idade pré escolar a identificar formas, cores e ferramentas usuais do mundo dos adultos. Didatismo à parte, o que me espanta são duas coisas, a primeira é a devoção do meu filhote à estrutura das histórias que são apresentadas.
Basicamente cada episódio contém um problema a ser resolvido, uma busca ou viagem rumo à solução do problema e os tais "Mickey-objetos" que serão usados na resolução do problema. Os Mickey objetos entram em momentos chaves da história, ou seja, quando são realmente necessários à solução do problema, e, como uma brincadeira de encaixar, a criança relaciona o objeto àquela necessidade específica. Para obter os objetos nosso heroi clama pela ajuda de uma versão moderna de gênio da lâmpada chamada de "Tudo", um computador em forma de Mickey capaz de trazer os objetos à cena.
Explicar mais é bobagem. O pai ou mãe tem de assistir para entender. Eles acertaram em cheio. Quando o "Biq" não está passando na tevê, eu ou minha mulher às vezes recorremos ao Youtube a fim de deixar o pequeno quieto por alguns instantes e nós podermos realizar alguma tarefa. Agora eu cheguei na segunda coisa que me espanta sobre o desenho. Ao procurar o desenho no Youtube, percebi que ele está em todo o lugar. Está no mundo todo! A mesma abertura com musiquinha e crianças cantando pode ser ouvida em francês, russo, japonês e tantos outros idiomas que não consegui identificar. O vídeo ao lado, por exemplo, é da versão de Portugal. Então se quiser conhecer o Mickey lusitano, é só clicar no vídeo. A Disney não está para brincadeira! Pensei em colocar um episódio do desenho (ou uma simples dança do Mickey) na rede somente a fim de ver como se comportariam seus advogados de direitos autorais, mas fiquei com medo. A Disney pode brincar com você, mas é melhor você não brincar com ela.
terça-feira, 22 de maio de 2012
O que faz uma criança feliz?
Diretoria da SBP
A SBP e o Instituto Datafolha ouviram 1.525 crianças brasileiras de 4 a 10 anos, de todas as classes econômicas, em 131 municípios. O trabalho foi realizado com base no instrumento de avaliação de qualidade de vida AUQEI e o desenho amostral elaborado com base no Censo de 2010 (IBGE). A pesquisa sobre estados emocionais foi quantitativa, com abordagem domiciliar. Teve como objetivo conhecer mais profundamente os desejos e necessidades dos pacientes pediátricos, para que seu médico possa, cada vez melhor, orientar as famílias nas consultas. As crianças responderam uma questão aberta: “O que você mais gosta de fazer quando não está na escola?”. Além disso, foram propostas 26 situações, para que utilizando uma escala visual de cinco pontos (cartão “de carinhas”), manifestassem seu estado de alegria ou tristeza frente a cada uma. A criança respondeu na presença do responsável, após sua autorização.
O que sentem? Do que gostam?
O que deixa a criança “muito alegre” e “alegre” é o dia do seu aniversário (96% das respostas), praticar esporte (94%), brincar com os amigos (92%), as férias escolares (91%), assistir TV (90%). A situação na qual se sente “muito triste” e “triste” (71%) é ficar longe da família. Mas independente da natureza, os primeiros lugares ficaram com jogar bola (33%), brincar de boneca/boneco (28%) e assistir TV (26%). Andar de bicicleta veio a seguir, com 19%. O pega-pega ficou 17%. Empataram, com 14 % das preferências, o esconde-esconde, brincar de carrinho e video game.
Na sequência, estão brincar de casinha (10%) e no computador (9%). Apareceram também soltar pipa e desenhar/pintar (6%), pular corda (5%), brincar de corrida, com brinquedos (sem especificar qual), animal de estimação e estudar (4%).
Dicas da SBP para as famílias .
O principal é o carinho.
- O que faz a criança feliz não é o brinquedo, é brincar, é conviver com a família e amigos. Os pequenos não são consumistas. .
O núcleo familiar proporciona sensações alegres e prazerosas
- Fica clara a grande importância dada pelas crianças ao convívio - tão decisivo para o seu desenvolvimento emocional e cognitivo - não apenas com a família nuclear, mas também a “estendida”. - 87% dos entrevistados se definem como “alegres” ou muito alegres” quando estão com os avós, na mesa com a família e quando pensam na mãe. - 83% se dizem também “alegres” ou “muito alegres” quando brincam com os irmãos e 78% quando pensam nos pais.
Criança gosta de estar com criança.
Até por isso fica tão feliz no aniversário. - 47% dos entrevistados informaram que ficam “tristes” ou “muito tristes” quando brincam sozinhos. A convivência deve ser incentivada. .
As brincadeiras tradicionais trazem mais alegria.
- Apesar da forte presença da TV e dos eletrônicos em geral (o computador é importante principalmente entre os mais velhos), não apenas ainda existe o Brasil das brincadeiras tradicionais, como essas ainda trazem mais alegria do que as propostas mais atuais de diversão/lazer.
É importante incentivá-las.
- Brincadeiras de rua, apesar das limitações impostas pela violência urbana, e mesmo que não praticadas, estão em primeiro lugar no desejo das crianças.
TV, computador e falta de outras opções.
- Em geral, a criança se volta para o brinquedo eletrônico quando está sozinha. Mas se for oferecida uma alternativa, prefere. - Os eletrônicos entram na vida da criança muito cedo e ganham espaço excessivo quando faltam alternativas. Os pequenos acabam se acostumando, adquirindo o hábito. - É preciso oferecer outras experiências, criar mecanismos para que possam fazer atividades apropriadas à faixa etária. .
É muito importante que as crianças, desde pequenas, sejam incentivadas à pratica esportiva e demais bons hábitos.
Atividades individuais são um pouco mais comuns (85%) que as sociais (74%) - mas essas devem também ser incentivadas, pois criam sentido de sociedade, compartilhamento, ganhar e perder, respeitar, características importantes, que surgem para as pessoas no seu crescimento e desenvolvimento através das brincadeiras.
As crianças brasileiras têm uma imagem de si mesmas atual e futura muito boa e com confiança.
- A maioria fica alegre quando vê uma fotografia sua (86% alegria) e quando se imagina adulta (87%).
O futuro é bem-vindo.
- 87% dos entrevistados ficam “alegres” ou “muito” quando pensam em si mesmos como pessoas grandes. A situação foi proposta para os que têm entre seis e 10 anos.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Escrevendo de um futuro próximo!
25 de maio de 2032. Há 20 anos ocorreu a reforma do nosso Código Florestal. Devido às mudanças ocorridas neste novo Código, tornamo-nos os principais exportadores de produtos agrícolas do mundo. Foram necessários apenas 6 anos para que ultrapassássemos a Europa e os EUA nesta corrida agrícola, e voltássemos a ser cunhados com a expressão "Brasil, Celeiro do mundo". Mas qual foi o preço que pagamos? Ninguém está querendo olhar a conta. É como se estivéssemos em uma roda de amigos e, depois de uma noitada de chope e excessos, chega a conta. E discretamente, todo mundo espera que algum afobado se apresse em pagá-la. Mas a outra conta (a do Código) infelizmente vai ter que ser dividida pelos mais de 250 milhões de brasileiros que se calaram quando o código foi revisto e mexido. Obviamente as indústrias exportadoras de produtos agrícolas foram os maiores beneficiados e à medida que nosso gargalo industrial exportador crescia, o produtor rural de médio porte desaparecia. Hoje eles fazem parte da história (a não ser, é claro, que produzam algo para consumo próprio). A dicotomia existente na produção de alimentos brasileira é formada pelos gigantes exportadores de um lado e pela produção particular, artesanal, de consumo próprio do outro. Vale tudo na hora de disputar o primeiro lugar em exportação. A Amazônia também perdeu em favor deste primeiro lugar. Temos mais áreas de plantio, temos mais pasto, e a cultura do desmatamento não só continuou como se solidificou depois da dita reforma (afinal, desmatar não é crime quando se pode contar com a anistia do governo). Hoje podemos ver pelo satélite alguns "buracos" na mata que não eram visíveis há vinte anos. Buracos do tamanho de cidades inteiras. Li certa vez sobre o número de espécies que se extinguiram neste período, mas eram tantas que não consegui guardar na cabeça. O único nome que guardei foi o do tatu-canastra. Guardei porque apesar de ser uma sub-espécie de tatu, é difícil imaginar que o prato que seus pais comiam não vai mais existir. Bem, termino desejando vida longa ao projeto exportador brasileiro. Não era isso que eles queriam? Alimentar bilhões de bocas mundo afora? Eu só não procuro pensar muito até quando isso vai durar (ou o que vai acontecer quando esse modelo entrar em colapso) porque adoro dormir à noite. Insônia não é comigo.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Opinião de Laforet sobre a Canon EOS C300 Digital Cinema Camera
Vincent Laforet, fotógrafo, entusiasta do cinema digital e responsável por um dos vídeos feitos com a EOS 5D Mark II mais bem realizados e fotografados dos últimos tempos (vale a pena conferir, ele se chama Reverie) testou a câmera C300 recém lançada no mercado americano pela Canon.
Mobius :: Behind The Scenes from Blake Whitman on Vimeo. Considerada um avanço nas funções de vídeo da 5D Mark II, a Canon C300 é realmente um arraso! Possui latitude maior que sua predecessora, grava de modo redundante em 2 cartões compact flash, possui filtros ND (ao ponto de não terem precisado usar matte box no deserto!), possui entrada de mic XLR para gravação de som balanceado, enfim, é realmente uma resposta ao mercado que vinha se queixando das "limitações" da 5D (as aspas são para lembrar que a 5D, antes de tudo, é uma máquina fotográfica!).
A Canon soube ouvir os seus consumidores e lançou então o que poderia ser sua melhor câmera para "cinema digital". O único porém é seu preço, são 16 mil dólares nos EUA. As câmeras que no momento disputam o mercado com a C300 são a Arri Alexa e a Red Epic, todas com imagens lindíssimas e preços salgadíssimos. Quando a c300 for lançada aqui (se for lançada) provavelmente o seu valor vai fazer muita gente permanecer com suas 5D e 7D's.
A estratégia de marketing contou novamente com a participação de Vincent Laforet que 3 meses antes do lançamento, pediu para testar a c300 através de um curta metragem. O resultado são estas imagens impressionantes (vale ressaltar que elas não estão em sua melhor resolução, já que foram feitas especialmente para circular na internet, quem quiser as imagens em FULL HD, visite o site do fotógrafo).
Mobius :: Behind The Scenes from Blake Whitman on Vimeo. Considerada um avanço nas funções de vídeo da 5D Mark II, a Canon C300 é realmente um arraso! Possui latitude maior que sua predecessora, grava de modo redundante em 2 cartões compact flash, possui filtros ND (ao ponto de não terem precisado usar matte box no deserto!), possui entrada de mic XLR para gravação de som balanceado, enfim, é realmente uma resposta ao mercado que vinha se queixando das "limitações" da 5D (as aspas são para lembrar que a 5D, antes de tudo, é uma máquina fotográfica!).
A Canon soube ouvir os seus consumidores e lançou então o que poderia ser sua melhor câmera para "cinema digital". O único porém é seu preço, são 16 mil dólares nos EUA. As câmeras que no momento disputam o mercado com a C300 são a Arri Alexa e a Red Epic, todas com imagens lindíssimas e preços salgadíssimos. Quando a c300 for lançada aqui (se for lançada) provavelmente o seu valor vai fazer muita gente permanecer com suas 5D e 7D's.
A estratégia de marketing contou novamente com a participação de Vincent Laforet que 3 meses antes do lançamento, pediu para testar a c300 através de um curta metragem. O resultado são estas imagens impressionantes (vale ressaltar que elas não estão em sua melhor resolução, já que foram feitas especialmente para circular na internet, quem quiser as imagens em FULL HD, visite o site do fotógrafo).
Mobius from Vincent Laforet on Vimeo.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
domingo, 30 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
Outras fontes de pesquisa!!!
Provavelmente você deve estar estranhando o novo tipo (mais rústico) de tabela de audiência dos EUA. Após visitar o site da Nielsen por vezes sem conta e me deparar com dados de 01 mês de atraso, eu decidi buscar por outras fontes de audiência. Na verdade, eu passei a pegar informações de audiência de um site chamado TV by the Numbers (que por sinal publica seus dados a partir da pesquisa Nielsen, eles apenas possuem estes dados mais atualizados), um blog que tem toda a cara de um serviço dos mais requintados e respeitados do meio. Se eu não obtiver a audiência da semana por meio do próprio Nielsen, então darei uma passada nestes sites "alternativos" cujos dados são tão fidedignos que vale a pena postar aqui também. Então fiquem com a audiência da semana de 09 de outubro de 2011 que está sendo mostrada em duas tabelas, a primeira cujo público é formado pela parcela (economicamente ativa e poderosa) dos 18 aos 49 anos, e a segunda que engloba o público em geral. Comentem, por favor.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Prêmio Jabuti anuncia finalistas de 2011
A organização do 53º Prêmio Jabuti divulgou nesta quarta-feira (21) a
lista com os dez finalistas em cada uma das suas 29 categorias, entre as
quais se destacam romance, biografia, poesia e reportagem.
Os escolhidos pelos jurados apontados pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) foram extraídos de um total de 2.619 inscritos. Agora, as obras selecionadas serão submetidas a uma nova avaliação, com apuração marcada para o dia 18 de outubro.
Com os melhores trabalhos de cada categoria definidos, a premiação caminha para sua última fase. Nela, os jurados, além de apontar os eleitos como melhores livros de 2010, escolherão os prêmios de Livro do Ano Ficção e Livro do Ano Não Ficção. O resultado final será divulgado em 30 de novembro.
Neste ano o regulamento do Jabuti passou por duas mudanças. A primeira foi a ampliação no número de categorias, passando de 21 para 29. A segunda estabelece que apenas uma obra será premiada por categoria – ao contrário do modelo anterior, em que três publicações eram eleitas.
Apesar de negar, a direção da Câmara Brasileira do Livro (CBL) promoveu a última alteração após a polêmica causada pela escolha de "Leite Derramado", de Chico Buarque, como livro do ano em 2010. O volume foi vitorioso mesmo tendo sido terceiro colocado na categoria melhor romance. Veja abaixo os dez finalistas nas categorias de romance, biografia, poesia e reportagem. Para conhecer todos os finalistas acesse o site oficial do Prêmio Jabuti.
Romance
1º - "Paisagem com Dromedário", de Carola Saavedra (Companhia das Letras)
2º - "Ribamar", de José Castello (Bertrand Brasil)
3º - "O Evangelho de Barrabás", de José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta (Objetiva)
4º - "Passageiro do Fim do Dia", de Rubens Figueiredo (Companhia das Letras)
"Don Frutos", de Aldyr Garcia Schlee (Edições Ardotempo)
5º - "Hotel Brasil: O Mistério das Cabeças Degoladas", de Frei Betto (Rocco)
6º - "Minha Mãe se Matou Sem Dizer Adeus", de Evandro Affonso Ferreira (Record)
7º - "Cidade Livre", de João Almino (Record)
8º - "Hotéis à Beira da Noite", Per Johns (Tessitura Editora)
9º - "Suposta Biografia do Poeta da Morte", de Elias Antunes (Editora da UCG)
10º - "Os Malaquias", de Andréa Del Fuego (Língua Geral)
Biografia
1º - De Menino a Homem: De Mais de Trinta e de Quarenta, de Sessenta e Mais Anos", de Gilberto Freyre (Global Editora)
2º - Correspondência de Mário de Andrade & Henriqueta Lisboa", de Eneida Maria de Souza (Org) (Peirópolis: Edusp)
3º - "50 Anos a Mil", de Lobão (Nova Fronteira)
4º - "Via Pagu: Fotobiografia de Patrícia Galvão", de Lúcia Maria Teixeira Furlani e Geraldo Galvão Ferraz (Imprensa Oficial do Estado S/A)
5º - "O Teatro & Eu - Memórias", de Sergio Britto (Tinta Negra Bazar Editorial)
6º - "Seu Adolpho: Uma Biografia em Fractais de Adolpho Bloch, Fundador da Revista e da TV Manchete", de Felipe Pena (Usina de Letras)
7º - "Alceu Penna e As Garotas do Brasil: Moda Imprensa 1933 a 1975", de Gonçalo Júnior (Amarilys)
8º - "Ruth Cardoso: Fragmentos de Uma Vida", de Ignácio de Loyola (Editora Globo)
9º - "Cortez: A Saga de um Sonhador", de Teresa Sales e Goimar Dantas (Cortez Editora)
10º - "Nássara Passado a Limpo", de Carlos Didier (José Olympio)
Poesia
1º - "Modelos Vivos", de Ricardo Aleixo (Crisálida)
2º - "Bella Donna", de Tite de Lemos (7Letras)
3º - "Em Alguma Parte Alguma", de Ferreira Gullar (José Olympio)
4º - "Em Trânsito", de Alberto Martins (Companhia das Letras)
5º - "Poemas Reunidos", de Geraldo Carneiro (Nova Fronteira)
6º - "Linear G", de Gilberto Mendonça Teles (Hedra)
7º - "As Horas de Katharina", de Bruno Tolentino (Record)
8º - "A Duração do Dia", de Adélia Prado (Record)
9º - "Poesia Completa", de Manoel de Barros (Leya Brasil)
10º - "N.D.A.", de Arnaldo Antunes (Editora Iluminuras)
Reportagem
1º - "1822", de Laurentino Gomes (Nova Fronteira)
2º - "Lugar de Repórter é na Rua - O Jornalismo de Ricardo Kotcho", de Mauro Junior e José Roberto de Ponte (Tinta Negra Bazar Editorial)
3º - "Assalto ao Poder", de Carlos Amorim (Record)
4º - "O Cardeal e o Repórter: Histórias que Fazem História", de Ricardo Carvalho (Global Editora)
5º - "Amazônia de Euclides", de Daniel Piza (Leya Brasil)
6º - "Pedro e os Lobos - Os Anos de Chumbo na Trajetória de um Guerrilheiro Urbano", de João Roberto Laque (Ava Editorial)
7º - "Os Sertões - Um Livro Reportagem de Fabiana Moraes", de Fabiana Moraes (Companhia Editora de Pernambuco)
8º - "O Irã Sob o Chador: Duas Brasileiras no País dos Aiatolás", de Adriana Carranca e Marcia Camargos (Editora Globo)
9º - "Conversa Sobre o Tempo", de Zuenir Ventura, Luiz Fernando Veríssimo e Arthur Dapieve (Nova Fronteira/Agir)
10º - "Sou Feliz, Acredite!", de Mônica Bernardes e Mauro Tertuliano (Best Seller)
E vamos à categoria
"Infantil":
Os escolhidos pelos jurados apontados pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) foram extraídos de um total de 2.619 inscritos. Agora, as obras selecionadas serão submetidas a uma nova avaliação, com apuração marcada para o dia 18 de outubro.
Com os melhores trabalhos de cada categoria definidos, a premiação caminha para sua última fase. Nela, os jurados, além de apontar os eleitos como melhores livros de 2010, escolherão os prêmios de Livro do Ano Ficção e Livro do Ano Não Ficção. O resultado final será divulgado em 30 de novembro.
Neste ano o regulamento do Jabuti passou por duas mudanças. A primeira foi a ampliação no número de categorias, passando de 21 para 29. A segunda estabelece que apenas uma obra será premiada por categoria – ao contrário do modelo anterior, em que três publicações eram eleitas.
Apesar de negar, a direção da Câmara Brasileira do Livro (CBL) promoveu a última alteração após a polêmica causada pela escolha de "Leite Derramado", de Chico Buarque, como livro do ano em 2010. O volume foi vitorioso mesmo tendo sido terceiro colocado na categoria melhor romance. Veja abaixo os dez finalistas nas categorias de romance, biografia, poesia e reportagem. Para conhecer todos os finalistas acesse o site oficial do Prêmio Jabuti.
Romance
1º - "Paisagem com Dromedário", de Carola Saavedra (Companhia das Letras)
2º - "Ribamar", de José Castello (Bertrand Brasil)
3º - "O Evangelho de Barrabás", de José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta (Objetiva)
4º - "Passageiro do Fim do Dia", de Rubens Figueiredo (Companhia das Letras)
"Don Frutos", de Aldyr Garcia Schlee (Edições Ardotempo)
5º - "Hotel Brasil: O Mistério das Cabeças Degoladas", de Frei Betto (Rocco)
6º - "Minha Mãe se Matou Sem Dizer Adeus", de Evandro Affonso Ferreira (Record)
7º - "Cidade Livre", de João Almino (Record)
8º - "Hotéis à Beira da Noite", Per Johns (Tessitura Editora)
9º - "Suposta Biografia do Poeta da Morte", de Elias Antunes (Editora da UCG)
10º - "Os Malaquias", de Andréa Del Fuego (Língua Geral)
Biografia
1º - De Menino a Homem: De Mais de Trinta e de Quarenta, de Sessenta e Mais Anos", de Gilberto Freyre (Global Editora)
2º - Correspondência de Mário de Andrade & Henriqueta Lisboa", de Eneida Maria de Souza (Org) (Peirópolis: Edusp)
3º - "50 Anos a Mil", de Lobão (Nova Fronteira)
4º - "Via Pagu: Fotobiografia de Patrícia Galvão", de Lúcia Maria Teixeira Furlani e Geraldo Galvão Ferraz (Imprensa Oficial do Estado S/A)
5º - "O Teatro & Eu - Memórias", de Sergio Britto (Tinta Negra Bazar Editorial)
6º - "Seu Adolpho: Uma Biografia em Fractais de Adolpho Bloch, Fundador da Revista e da TV Manchete", de Felipe Pena (Usina de Letras)
7º - "Alceu Penna e As Garotas do Brasil: Moda Imprensa 1933 a 1975", de Gonçalo Júnior (Amarilys)
8º - "Ruth Cardoso: Fragmentos de Uma Vida", de Ignácio de Loyola (Editora Globo)
9º - "Cortez: A Saga de um Sonhador", de Teresa Sales e Goimar Dantas (Cortez Editora)
10º - "Nássara Passado a Limpo", de Carlos Didier (José Olympio)
Poesia
1º - "Modelos Vivos", de Ricardo Aleixo (Crisálida)
2º - "Bella Donna", de Tite de Lemos (7Letras)
3º - "Em Alguma Parte Alguma", de Ferreira Gullar (José Olympio)
4º - "Em Trânsito", de Alberto Martins (Companhia das Letras)
5º - "Poemas Reunidos", de Geraldo Carneiro (Nova Fronteira)
6º - "Linear G", de Gilberto Mendonça Teles (Hedra)
7º - "As Horas de Katharina", de Bruno Tolentino (Record)
8º - "A Duração do Dia", de Adélia Prado (Record)
9º - "Poesia Completa", de Manoel de Barros (Leya Brasil)
10º - "N.D.A.", de Arnaldo Antunes (Editora Iluminuras)
Reportagem
1º - "1822", de Laurentino Gomes (Nova Fronteira)
2º - "Lugar de Repórter é na Rua - O Jornalismo de Ricardo Kotcho", de Mauro Junior e José Roberto de Ponte (Tinta Negra Bazar Editorial)
3º - "Assalto ao Poder", de Carlos Amorim (Record)
4º - "O Cardeal e o Repórter: Histórias que Fazem História", de Ricardo Carvalho (Global Editora)
5º - "Amazônia de Euclides", de Daniel Piza (Leya Brasil)
6º - "Pedro e os Lobos - Os Anos de Chumbo na Trajetória de um Guerrilheiro Urbano", de João Roberto Laque (Ava Editorial)
7º - "Os Sertões - Um Livro Reportagem de Fabiana Moraes", de Fabiana Moraes (Companhia Editora de Pernambuco)
8º - "O Irã Sob o Chador: Duas Brasileiras no País dos Aiatolás", de Adriana Carranca e Marcia Camargos (Editora Globo)
9º - "Conversa Sobre o Tempo", de Zuenir Ventura, Luiz Fernando Veríssimo e Arthur Dapieve (Nova Fronteira/Agir)
10º - "Sou Feliz, Acredite!", de Mônica Bernardes e Mauro Tertuliano (Best Seller)
E vamos à categoria
"Infantil":
| 1º | CONTROLE REMOTO | MANATI PRODUÇÕES EDITORIAIS LTDA. | TINO FREITAS | ||||||||||||||||||||||
| 2º | COM MIL DIABOS! | COMPANHIA DAS LETRAS | ERNANI SSÓ | ||||||||||||||||||||||
| 3º | OBAX | BRINQUE-BOOK EDITORA DE LIVROS LTDA | ANDRÉ NEVES | ||||||||||||||||||||||
| 4º | NUVEM FELIZ | EDITORA 34 | ALICE RUIZ | ||||||||||||||||||||||
| 5º | FILOSOFIA BRINCANTE | RECORD | MARCIA TIBURI | ||||||||||||||||||||||
| 6º | PSIQUÊ | COSAC NAIFY | ANGELA LAGO | ||||||||||||||||||||||
| TELEFONE SEM FIO | COMPANHIA DAS LETRAS | ILAN BRENMAN E RENATO MARCONI | |||||||||||||||||||||||
| A LUA DENTRO DO COCO | PROJETO | SÉRGIO CAPPARELLI | |||||||||||||||||||||||
| 7º | ENDRIGO, O ESCAVADOR DE UMBIGO | EDITORA 34 | VANESSA BARBARA | ||||||||||||||||||||||
| 8º | COLEÇÃO DESMONTANDO | EDITORA FTD | RENATA BUENO | ||||||||||||||||||||||
| 9º | QUEM SOLTOU O PUM? | COMPANHIA DAS LETRAS | BLANDINA FRANCO | ||||||||||||||||||||||
| 10º | OLÍVIA TEM DOIS PAPAIS | COMPANHIA DAS LETRAS | MÁRCIA LEITE |
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