terça-feira, 30 de março de 2010

ADOBE CS4 e AVATAR

Marketing? Matéria comprada? Troca de favores? Não sei, mas que a Adobe se deu bem com esse vídeo ah, isso foi. O vídeo é (quase) um material promocional que a Adobe colocou em seu site e mostra o produtor John Landau comentando a funcionalidade dos softwares da Adobe na produção de nada menos que "Avatar". Bem, nem preciso esclarecer que houve realmente um acordo nesta história, mas que tipo de acordo foi é que permanecerá como a pergunta de 1 milhão de dólares (ou mais, já que estamos falando de "Avatar").

quarta-feira, 17 de março de 2010

Campanha Emmy para Silvio Santos - Que tal outro vídeo?

Este é o segundo vídeo da campanha "um Emmy para Silvio Santos". Trata-se de uma edição do programa SBT Repórter que cobriu a escola de samba Tradição do Rio de Janeiro durante o carnaval de 2001. O material também foi enviado para avaliação do Emmy.


Audiência EUA - 01 de março de 2010

quarta-feira, 3 de março de 2010

O poder das Olímpiadas de Inverno

Os jogos de inverno de Vancouver mostraram sua força também no reino da televisão. A tabela Nielsen logo abaixo mostra que a força do esporte é tão grande que deixou para trás ninguém menos que o American Idol, que coleciona primeiros lugares nos EUA desde sua estreia há mais de 8 anos. Os jogos de Vancouver foram uma surpresa para os executivos da NBC, foram mais de 83 nações que trouxeram exatos 2.629 competidores e mostraram que a força dos jogos também se faz presente no inverno.

Durante 5 noites seguidas, os jogos de Vancouver chamaram a atenção de pelo menos 26.5 milhões de americanos, 22% a mais (ou 4.8 milhões de telespectadores) que na Olímpiada de Inverno anterior (Torino).

Mas os executivos da NBC continuam preocupados apesar dos impressionantes números dos jogos, afinal, eles vão acabar em breve e deixarão vago um horário que sempre foi um problema para a emissora do pavão preencher. Obviamente "Idol" vai voltar ao primeiro lugar e o que eles tem que evitar agora é não ficar tão para trás depois que a tocha apagar.

Audiência EUA - Semana de 22 de fevereiro

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Game "Heavy Rain" investe no enredo e chama a atenção do cinema


(Reprodução da Folha on line)
VIOLETA MOLINA

da Efe, em Paris

O argumento forte e a perfeição estética conferem uma dimensão quase cinematográfica a "Heavy Rain", o último jogo lançado para PlayStation 3. Seu drama interativo surpreendeu até mesmo os diretores de cinema Terry Gilliam e Martha Fiennes.

Apresentado recentemente em Paris, o ponto principal do jogo é a credibilidade das histórias, "interativas e emocionantes" e destinadas ao público adulto. Seu destaque, assim como no cinema, é ao roteiro, à trilha sonora e à atuação, não somente à técnica.

Os personagens de "Heavy Rain" são atores reais com movimentos e expressões que foram digitalizados com a tecnologia "motion capture", similar à utilizada em "Avatar".

Se não fosse o fato de o jogador decidir ativamente o curso dos fatos --são inúmeros os caminhos possíveis--, "Heavy Rain" seria um filme de animação.

Em entrevista à Agência Efe, o criador do jogo, David Cage, negou que tenha tentado fazer um filme. Sua criação, no entanto, abriu uma nova porta na indústria com potencial suficiente para justificar que sua obra não possa ser classificada apenas como um jogo de videogame, mas também como um "drama interativo".

"Queria mostrar que é possível transmitir emoções intensas através do videogame", disse Cage.

Se algo fica claro ao conversar com o coordenador do projeto é que a queda-de-braço pela revolução dos videogames não está sendo travada somente em território técnico, mas no que diz respeito também à credibilidade e ao acabamento da história: "a tecnologia não é imprescindível, é só uma ferramenta".

A sofisticação do roteiro, a profundidade dos personagens, a tensão da narrativa e a empatia do jogador são fatores cada vez mais importantes para conquistar o público adulto, o mais rentável.

Apoio de diretores

Uma prova da complexidade da história de "Heavy Rain" é o apoio que o diretor do projeto recebeu da indústria cinematográfica durante a apresentação em Paris, que ocorreu em um cinema com direito a tapete vermelho e demais badalações.

Os diretores Martha Fiennes, Terry Gilliam e Neil LaBute; além do ator de "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain", Mathieu Kassovitz, receberam Cage, colocando em destaque a relação simbiótica entre o cinema e o videogame.

Cage apontou que Hollywood ainda acha que os videogames servem apenas para fazer "merchandising", por isso acredita que vai levar algum tempo para que ambas as indústrias comecem a colaborar mutuamente.

"Neste momento, Hollywood não respeita os videogames, porque não entende esse meio. Mas estou surpreso de ver como reagem os diretores de cinema ao jogo, porque fala de algo que eles entendem muito bem: contar boas histórias com personagens profundos e despertar emoções", disse ele.

Para a diretora de "Paixão Proibida", Martha Fiennes, trata-se de um jogo claramente inspirado no cinema --seu autor reconhece influências de "Blade Runner, o Caçador de Andróides" e de Humphrey Bogart --com uma profundidade psicológica que o torna "apaixonante" aos olhos do jogador.

O diretor de cinema e um dos criadores de "Monty Python", Terry Gilliam, foi seduzido pela "maravilhosa atmosfera" criada em "Heavy Rain". Ele ficou intrigado de não saber que consequências terão as decisões adotadas pelo jogador a cada momento.

Sem pistola

"Heavy Rain" é uma aventura gráfica dramática para maiores de 18 anos. Nela, quatro personagens encontram uma criança sequestrada por um assassino em série antes de este decidir matá-la.

Um pai traumatizado, uma jornalista insone, um agente do FBI envolvido com drogas e um detetive particular enlouquecido pelo modo como a vida o tratou irão definir a história em função das opções escolhidas pelo jogador.

Nas 2 mil páginas do roteiro do jogo há "muito mais que cenas de violência e nudez", existem também episódios de ação e situações extremas, descreve o autor.

"O revolucionário deste jogo é que chega ser estúpido: o herói não tem uma pistola. Não existem armas, mas decisões, consequências, história e emoções", conta ele.

Cage, que se define como um projetista capaz de arriscar porque tem apoio financeiro, espera que sua aposta seja bem-sucedida e que outros profissionais abandonem os tiros, zumbis e monstros e apostem em histórias.

O sucesso agora depende do interesse do público.

Por que Neil Patel é tão bom?

Quando este indiano criado nos EUA criou a conta "@whoisneilpatel" ninguém entendeu nada. Surgiu logo depois as fotos de modelos...